Dúvidas sinceras também são forma de oração
Nem toda oração vem em forma de resposta.
Algumas sobem como perguntas — cruas, inquietas, sem acabamento.
Este espaço nasceu do cansaço de respostas rápidas para dores profundas.
Aqui estão as perguntas que:
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não cabem em frases prontas
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não se resolvem com versículos soltos
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não desaparecem só porque “é preciso ter fé”
Perguntar não é falta de fé.
Às vezes, é o último gesto de quem ainda não desistiu.
Neste quadro, não escrevo como quem tem tudo organizado, mas como quem caminha com a Bíblia aberta e o coração em conflito. São perguntas que fiz a Deus. Perguntas que ainda faço. Perguntas que não me afastaram d’Ele — me mantiveram perto.
Jesus não rejeitou perguntas.
Ele rejeitou a hipocrisia de quem já decidiu não ouvir.
Aqui você vai encontrar reflexões sobre:
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silêncio de Deus
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dor que não tem explicação imediata
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fé cansada
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esperança frágil
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e a coragem de continuar crendo mesmo sem entender
Se você chegou até aqui esperando respostas definitivas, talvez se frustre.
Mas se chegou com perguntas no peito e um fio de fé nas mãos, este lugar é seu.
Algumas perguntas não precisam ser resolvidas.
Precisam ser acolhidas diante de Deus.
E isso, por si só, já é oração.
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